sábado, 16 de abril de 2011

A rima, o Rap. A sociedade, o trabalhador.




Dizem que somos evoluídos, somos a tecnologia, equanto que com o povo o poder público faz orgia. Vivem como primatas, nômades, sem-terra...Enquanto que esses políticos dinheiro na cuceca enterra.
Se a filosofia pra você não é nada, é ela que reflete o já existente e não cria coisas novas pra confundir mais esse
mundo doente. A mesma coisa digo do rap, que promete e cumpre, ameça e faz, pra que do engravatado eles consigam tirar a paz. Não menciono o funk, pois o rap que tem letra, a batida dele é punk, não o julgue, o conheça.
Antes tinha a
Legião, o Bob, os jovens revolucionários, hoje temos mentes doentes de pensamentos ivoluntários.
Não dê fama ao falador, nem ao engravatado..

E sim
ao trabalhador, que chega suado, Cansado,
Pra na mesa ter um prato, lotado, pro afilhado,

Pra filha e até pro cunhado,

Sustentando a sua família,

Sem dar o luxo a reclamar,
Ele nunca viu o mar,
Nunca parou pra descansar,

Sua família foi deixar,

Virando mais um exemplo de brasileiro,

Que viveu para lutar,

E foi desmerecido, porém
guerreiro,
Não virando bandido pra conseguir o seu dinheiro.

Virou só mais silva, que muito mal se mantinha, sem arrumar ladainha.

Por isso falo desse governo, dessas leis que não adiantam, e mesmo assim existem, pros engravatados que
ainda mandam.
Não vou deixar me levar pelas coisas
inúteis, afinal não somos nada nessa vida, somos derrotados por coisas fúteis: Numa doença o vírus, no que criamos, o tiro.
Vamos
revolucionar, criar, desarrumar pra organizar, temos muito que fazer, pra esse país se remontar, bora lutar, novos estilos criar, papo de boa música escutar, até o senado enlouquecer, e a gente não se esconder, a cara e o pau meter porque de nós, esse é o dever, não tenha medo de vencer, você é brasileiro ou é o que?!

(Karol Coube
)

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